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NOSSA HISTÓRIA


Agrovila de Lucas do Rio Verde – agosto de 85
Na época da implantação do assentamento de Lucas do Rio Verde, houve por parte de seus coordenadores, a louvável preocupação de destinar uma área para desenvolvimento da pesquisa, visando dar sustentabilidade à atividade agrícola que ora se instalava.

Segundo do Sr. Marino José Franz, Técnico contratado pela EMPA para coordenar os trabalhos), o INCRA destinou para esta atividade o lote nº 10 do Setor 02, tendo assim dado início aos trabalhos de pesquisa e validação de tecnologias para a região do cerrado.


Campo Experimental - 1.981
A região do cerrado em início de desbravamento não era contemplada com tecnologias específicas, isto ocorria pelo distanciamento de Centros Oficiais de Pesquisa, cuja referência mais próxima era a EMPRAPA Agropecuária Oeste localizada em Dourados MS. Este fator influenciava diretamente a produtividade das propriedades, chegando muitas vezes a inviabiliza-las, levando a maioria dos assentados a abandonarem suas áreas de terra e retornarem as regiões de origem.

Os produtores que permaneceram em suas terras, começaram a desenvolver pesquisas informais nas propriedades, estas iniciativas tinham um custo elevado e não satisfaziam as necessidades da atividade. Como solução, em 1.992, por iniciativa das Prefeituras e Cooperativas de Produção da Região do Médio Norte de Mato Grosso, foi instituída a Fundação de Apoio a Pesquisa e Desenvolvimento Integrado Rio Verde, com o principal objetivo de criar e validar tecnologias para promover o desenvolvimento sustentável da atividade agrícola.

Assembléia Geral que elegeu a 1ª Diretoria da Fundação Rio Verde .

• Presidente: Valdir Giaretta
• 1º Vice-Presidente: Nereu Bresolin
• 2º Vice-Presidente: Mauro dos Santos Franco
• 1º Secretário: Sergio Massamitsu Arimori
• 2º Secretário: Álvaro André Gomes
• 1º Tesoureiro: Egidio Raul Vuadem
• 2º Tesoureiro: Washington Lima Queiroz

Os primeiros trabalhos realizados foram: levantamento das características do solo da região; trabalhos com a cultura do arroz, utilizada então para a abertura de áreas; estruturação física da área do lote 10, que passou a ser denominado Campo Experimental de Lucas do Rio Verde.

A crise que se abateu sobre agricultura em 1.994 teve conseqüência direta na sustentabilidade da Fundação Rio Verde que se encontrava ainda em fase de estruturação, levando a paralisação de suas atividades. Em 1997 a parceria entre produtores e Prefeitura Municipal de Lucas do Rio Verde reativou as atividades da Fundação, por entenderem a importância de um instrumento de fomento ao desenvolvimento sócio econômico do município.

Na Assembléia Geral realizada em agosto de 1.997 foi aprovada a alteração do estatuto Social e elita a 2º Diretoria

• Presidente: Joci Piccini

• Vice-Presidente: Egidio Raul Vuadem

• Secretária: Dora Denes Ceconello

• Tesoureiro: José Henrique Hasse

• Suplente: Valdir Giaretta

No período de 1.997 a 1.999 as atividades da Fundação se resumiram em reestruturação administrativa e legal; parceria informal com a EMPAER na realização de alguns trabalhos no Campo Experimental, desenvolvimento dos projetos ambientais da Central de Reciclagem de Lixo Urbano e Central de Processamento de Embalagens de Agrotóxicos e apoio a Prefeitura Municipal na conservação e ampliação da malha viária do município.

Em janeiro de 2.000 foi estruturado o corpo técnico e dado início aos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento agrícola. Com a definição das linhas, passou-se a implementar os projetos Safra e Safrinhas que contam com a parceria da Prefeitura Municipal de Lucas do Rio Verde, Cooperativa de Crédito Rural de Lucas do Rio Verde – SICRED, EMPAER, EMBRAPA e empresas que atuam no setor de comercialização de insumos agrícolas.

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