Projeto Olho Vivo Projeto Olho Vivo
Objetivos
Doenças podem limitar o rendimento da soja, pois são responsáveis por variações da produtividade da safra. O conjunto das mais de 40 doenças já identificadas na cultura da soja no Brasil causa uma perda anual estimada de US$ 1 bilhão.

As doenças que ocorrem com maior freqüência e intensidade no Médio Norte do Mato Grosso são a Ferrugem, a Antracnose, a Mancha Alvo e a DFC. A Ferrugem vem sendo eficazmente controlada, graças ao trabalho de técnicos, produtores e indústria química. No entanto, a Antracnose e da Mancha Alvo ainda provocam reconhecidos danos às lavouras de soja.

A Fundação Rio Verde, com apoio da IHARA, trabalha no enfrentamento desses incômodos problemas, por meio de pesquisas, palestras, dias de campo e folhetos explicativos. O objetivo básico do Projeto Olho Vivo é levar informação ao produtor para que ele possa agir para eliminar o surgimento dessas doenças. Participe!

Antracnose – Colletotrichum truncatum
A antracnose é a principal doença que afeta a fase inicial de formação das vagens e é um dos principais problemas dos cerrados. Em anos chuvosos, pode causar perda total da produção, mas, com maior freqüência, causa alta redução do número de vagens, reduzindo produtividade e induzindo a planta a retenção foliar e haste verde. (Fonte: Manual de Fitopatologia, volume 2 , terceira edição).


Sintomas

Os sintomas mais evidentes ocorrem em pecíolos e ramos tenros das partes sombreadas e em vagens em início de formação. As vagens infectadas nos estádios R3-R4 adquirem coloração castanho-escura a negra e ficam retorcidas.

Mancha Alvo – Corynespora cassiicola



Surtos severos têm sido observados, desde as zonas mais frias do Sul às chapadas dos Cerrados. Cultivares suscetíveis podem sofrer completa desfolha prematura, apodrecimento das vagens e intensas manchas nas hastes. (Fonte: Embrapa)

Sintomas
Inicia por lesões que começam com pontuações pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares com formato de Alvo.
Dica para coleta de amostras
Colocar as folhas com suspeita de sintoma da doença em saco plástico, soprar um pouco de ar e amarrar a boca do saco, fazendo um pequeno balão, criando uma câmara úmida. Pode ser colocado um pedaço de papel ou algodão umidificado. Armazenar em local fresco e arejado até que seja encaminhado à Fundação Rio Verde no prazo de até 48 horas. Identificar as amostras com os seguintes dados: variedade, data de plantio, data da coleta, talhão, área representada com o sintoma e identificação do produtor com endereço (dado confidencial e que não será divulgado.
Laboratório de diagnose
O produtor poderá encaminhar diretamente as amostras para o laboratório da Fundação Rio Verde, ou procurar técnicos da região que possam envia-lás.
 
Advertências
 
Contato:
Ihara

Fone: 65 8126-0824
www.ihara.com.br